Mostrando postagens com marcador Loraine Santos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Loraine Santos. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 10 de março de 2014

Marketing & Dia da Mulher

Tentei fazer um post sobre Marketing & Carnaval, mas a verdade é que não achei referências criativas para mostrar aqui. Queria falar sobre empresas que aproveitaram a oportunidade para criar campanhas relacionadas à maior festa do Brasil, mas só encontrei mais do mesmo.

(De qualquer forma, quem tiver interesse, veja aqui algo sobre isso que saiu na EXAME).

Resolvi falar então sobre Marketing & Dia da Mulher. Entre piadas cansativas e elogios bonitinhos, li algumas coisas a respeito da mulher e sua conquista no mercado de trabalho. Quase tudo que eu li também foi mais do mesmo. Eu não sou muito fã de polêmica que é mais resultado de um senso comum do que de uma opinião própria. E, sobre esse assunto, eu acredito que o lugar no mercado vai ser conquistado para quem quer suar a camisa e para quem entender que dinheiro é simplesmente consequência. Seja homem ou mulher, se você não tem preguiça de fazer e acontecer para realizar um bom trabalho, seu lugar no topo está garantido.



Bom, mas por que razão então esse assunto ainda é tão polêmico? Pensando em cargos de liderança e, apesar do número crescer a cada ano, a % de homens ocupando um cargo de líder ainda é maior. Por isso, baseado apenas no fato de eu ser mulher e de ocupar um cargo de gerência, escrevi algumas características femininas que podem atrapalhar na busca e/ou na permanência em um cargo de chefia. Eu não me baseei em nenhuma pesquisa, é só o meu ponto de vista de acordo com minha realidade. 

(E seria legal se vocês comentassem com mais opiniões =)

SENTIMENTO DE CULPA: do mesmo jeito que há mulheres que não querem ter filhos para não interromper a carreira, têm mulheres que não querem assumir tantas tarefas no trabalho para não atrapalhar as outras responsabilidades pessoais (ter filhos, cuidar dos filhos, da casa, dos pais, etc). A boa notícia é: os homens preferem que a gente trabalhe! Quem não quer viver com dois salários no começo do mês? E, como consequência, eles estão cada vez mais dispostos a dividir tarefas de casa. Dessa forma, eles dividem também o sentimento de CULPA e nos ajudam a administrá-lo.

DIFICULDADE PARA TRABALHO EM GRUPO: quem já ouviu a piada de que uma moça encontra outra saindo do cabeleireiro e elogia o novo corte; quando a outra vira as costas, reclama pra amiga: “na verdade ficou horrível”. Já o homem encontra o amigo na mesma situação e não hesita em xingar o novo corte e, quando vira as costas, comenta que ficou legal. Mulher é assim! Funciona como um paradigma mundial que parece invencível. Enquanto não aprendermos a agir de forma mais sincera e menos emotiva, especialmente com outras mulheres, teremos dificuldade em liderar grupos.

EMOÇÃO: chorar no trabalho é ridículo e imperdoável. Toda vez que você fizer isso, você perde sua razão. E com toda razão.


E aí? Concordam?

.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Curso sobre Marketing e Empreendedorismo com os autores do Caderno de Marketing


Pessoal, é com muito orgulho que trago para vocês o primeiro curso promovido por esse Blog que vos fala há mais de 3 anos! Eu e Loraine Santos vamos dar algumas aulas e tem também muita gente interessante participando.

Serão 30 horas de curso + exercícios - que podem ser feitos presencialmente, em Londrina-PR ou ao vivo, via internet. Dêem uma olhada nas datas e temas abaixo:

24/03 | Loraine Santos - Planejamento estratégico e ferramentas de marketing
07/04 | Pedro Conte - Canvas - Criando novos modelos de negócio
28/04 | Angelo Jardinette -  Vendas - Escolhendo as guerras certas para lutar
12/05 | Mariana Matias -  Redes sociais - Estratégias para captar, manter e surpreender clientes
26/05 | Leo Moura e Daniel Trindade - Branding - Gestão de marcas para pequenas empresas
09/06 | Eder Manchebo - Deixe o Excel trabalhar por você
23/06 | Moacir Vieira - Impostos, financiamentos e controle financeiro da sua empresa
07/07 | Flavio Tavares - Como criar valor para (e através da) sua equipe de vendas
21/07 | Gustavo Villa - Usando Google como parceiro do meu negócio
04/08 | Pedro Conte - Design Thinking - Ferramenta para inovar

Se o conteúdo interessar, é só clicar aqui e fazer sua inscrição.
Tenho certeza de que vocês irão curtir (e muito)!

Um abraço e #vai2014!



segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Think outside the box

Na semana retrasada eu falei sobre líderes sustentáveis e na semana passada o Pedro falou sobre empresas sustentáveis. Por isso, vou pedir licença para contar um (auto) case e provar que é possível ser sustentável independente da área de atuação da sua empresa e da (pouca) grana que ela tem. Vale a pena ler para tentar encontrar um caminho sustentável para empresa que você atua.

Lembre-se que o segredo é: think outside the box.

Eu trabalho na GolSat, uma empresa de rastreamento. Diferente de 90% de seus concorrentes, o negócio da GolSat não é recuperação de veículos roubados. Atendemos o mercado corporativo que possui carros para exercer suas atividades. O rastreador consegue captar uma série de infos do carro: velocidade, Km, horário que ligou e desligou a ignição, RPM, etc. e o software transforma esses dados em gráficos e relatórios e ajudam as empresas a melhorar a gestão da frota e dos condutores.

Antes de ler, tente chutar a resposta: como uma empresa que vende rastreador consegue aproveitar o seu negócio para atuar de forma sustentável?

A GolSat conseguiu! Ela criou algo que não existia no mercado. Isso é incrível né? Inventar algo nos dias atuais é um desafio e tanto.

Lembra que eu falei no meu post passado que enxergar o cenário é o primeiro passo para pensar em atitudes sustentáveis? Pois então, visualize o cenário abaixo:
- o Brasil é o país que mais mata no trânsito (mais de 60 mil mortes por ano).
- Acidentes de trânsito é o segundo maior problema de saúde pública do nosso pais (perde só pra desnutrição).
- A frota brasileira é de 75 milhões de veículos, sendo que 7 milhões estão licenciadas em nome de pessoa jurídica, ou seja, pertencem às empresas.
- Uma empresa pode ser responsabilizada criminalmente quando seu colaborador é culpado por um acidente grave usando o carro da corporação.
- O departamento de frotas é o que mais gasta dentro de uma empresa (na verdade, perde pra folha de pagamento de funcionário).
- A profissão Gestor de Frota é um pouco marginalizada, ou seja, não existe curso de formação para categoria ou onde buscar mais informação.
- Ele lida com vários fornecedores (rastreamento, combustível, telefonia, manutenção, etc) e com vários departamentos (RH, suprimentos, logística, financeiro, etc).

O grande link que fizemos foi: QUAL A RESPONSABILIDADE SOCIAL QUE ESSAS EMPRESAS POSSUEM, UMA VEZ QUE DEIXAM SEUS CARROS NA MÃO DE SEUS FUNCIONÁRIOS?




A partir disso, a GolSat criou o P.A..RA.R: Pensando Alternativas Responsáveis, Administrando Frotas com Resultados, um fórum reúne as empresas frotistas com o objetivo de compartilhar informações sobre o mercado e discutir a cultura de segurança de trânsito dentro das corporações. Em um ano, a GolSat realizou 10 edições do PARAR em 7 cidades diferentes, reuniu 1600 gestores de frotas de 950 empresas diferentes (as maiores do país), representando uma frota com mais de 300.000 veículos. Além disso, grandes parceiros e especialistas do mercado se uniram à GolSat para ajudar a alavancar o PARAR, entre eles a Global Fleet, o maior movimento europeu projetado para fornecer informações importantes aos gestores de frotas. O PARAR foi convidado para participar do fórum deles que vai acontecer em Bruxelas em junho e eles vem para o RJ participar da 11ª edição do PARAR que acontece em março.

A GolSat gastou ou ganhou dinheiro com o P.A.R.A.R? Gastou. Pouco, mas gastou.
Mas ela e outras empresas envolvidas no P.A.R.A.R. estão construindo um valor subjetivo imensurável. Uma empresa que possui frota precisa fechar negócio com um fornecedor confiável, pois a parceria será de longo prazo. Ou seja, o tanto de negócio que foi gerado para GolSat após o P.A.R.A.R. paga todo o evento e ainda cria um valor subjetivo muito importante que reflete em como o mercado está enxergando a empresa.

Através do PARAR, a GolSat está ajudando os gestores de frotas a se profissionalizarem e está contribuindo na busca por um cenário de trânsito mais positivo. A empresa está sendo reconhecida mundialmente como a única empresa que uniu tecnologia, rastreamento e sustentabilidade. E a única empresa que faz alguma coisa em prol do trânsito brasileiro voltado para um público corporativo. Os funcionários da GolSat sentem-se extremamente felizes e motivados para trabalhar por uma causa. Os clientes GolSat sentem orgulho de contratar os serviços de uma empresa que, mais do que vender, quer ajudá-lo a melhorar a gestão de frota dele.

E você? Como você pode usar o seu negócio para fazer a diferença?



segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Liderança Sustentável: por onde eu começo?

Você sabe o que é liderança sustentável? Eu confesso que não sabia muito sobre isso e, pasmem, o Google também não. Faz o teste aí: digita líder sustentável no Google Imagens.



Viu?! CO2 está longe de definir esse conceito. A boa notícia é que o assunto está meio que “na moda” e é fácil encontrar infos sobre isso em revistas corporativas bacanas. Baseado em tudo que li e aprendi sobre o assunto, desenhei 4 passos que vão ajudá-lo a ser um líder sustentável. Eu acredito MESMO que a gente pode transformar nossas relações pessoais e profissionais quando decidimos ser agentes de mudança. Se você não pode mudar o mundo todo, você com certeza pode mudar o mundo de alguém. Clichê, mas real. Go!

Antes, é importante entender que sustentabilidade não é sinônimo de meio ambiente. O tripé da sustentabilidade, também chamado de triple bottom line (People, Planet, Profit), é ter atitudes que provoquem resultados no âmbito social, econômico e ambiental

1. O CENÁRIO: um novo olhar sobre as velhas coisas
Compreenda o cenário que você faz parte. Amplie o seu olhar e descubra detalhes do ambiente em que você atua. O que minha empresa faz? Por que ela faz isso? De que forma o que ela faz muda a vida do cliente que ela atende? Tem mais gente no mundo que faz o que ela faz? Quais dificuldades que ela enfrenta pra conseguir atuar?
Um exemplo: a Nestlé diz que não vende simplesmente produtos. E sim que ela contribui para suprir as necessidades de um mundo com 9 bilhões de desnutridos.
Manja?

2. GERAÇÃO DE VALORES: muito além do meio ambiente
Quando pensar em fazer alguma coisa (qualquer coisa!), treine sua mente na perspectiva de gerar valores e resultados que reflitam na performance social, econômica e ambiental da:
.empresa que atua
.equipe que gerencia
.clientes que atende
.pessoas com quem se relaciona
Enquanto a maioria das pessoas/empresas foca nos resultados econômicos, trate o tripé com igualdade e esteja ciente de que quando você é sustentável socialmente, muitos problemas econômicos e ambientais são automaticamente resolvidos.

3. GERAÇÃO DE CONTEÚDO: ofereça mais do que pedem
Aproveite a oportunidade do seu negócio para fazer a diferença no seu mercado. E tem como? Ô se tem. A RED BULL, por exemplo, se transformou quando resolveu se posicionar como uma empresa geradora de conteúdo voltado a esporte, cultura e estilo de vida. Algum líder sustentável deu essa ideia pra marca.

4. O ALTRUÍSMO: eis o grande segredo
O jeito que você faz as pessoas se sentirem sobre elas mesmas diz tudo sobre você. Coloque a necessidade do outro à frente da sua e colha resultados mais verdadeiros, mais duradouros e mais sólidos. Eu sei que enxergar as coisas de uma forma diferente pode parecer difícil. E muitas vezes até é. Só que você precisa começar. Você tem mais em comum com Henry Ford, Martin Luther King, Steve Jobs e Ozires Silva do que você pensa.




É difícil começar, porque muitas vezes você trabalha em uma organização que não valoriza um líder sustentável. Mas se quer uma dica: FAÇA UMA COISA COMO SE FOSSE A SUA PRIMEIRA VEZ OU A SUA ÚLTIMA VEZ. O resto vai virando consequência.

.

(Colaboração na organização dos tópicos: Flavio Tavares, Diretor de Marketing & Vendas da GolSat)

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

E dá para emagrecer fazendo sites?

No meu post passado, falei que AMOR e DINHEIRO deveriam estar em qualquer lista de Resoluções 2014 que se preze. A verdade é que o item EMAGRECER completa esse trio parada dura e que, sim, eu preciso emagrecer em 2014 (provavelmente você também, sem ofensa). Enfim, daí que conversando com um amigo sobre sofrer fazer academia, falei: “precisamos passar nas academias para pegarmos a agenda de aulas”. Eis que ele começa a me mandar os sites de todas as que havíamos listado e tinha tudo lá: agenda, tipos de aula, lutas, grupo de corrida, explicação sobre cada exercício e até mesmo avaliação online. Eu nunca tinha visto um site de academia! Tudo bem que eu não costumo procurar com frequência (cof), mas da última vez que eu resolvi frequentar uma, só mesmo indo até a recepção e pegando um sulfite mal feito e cortado com régua com as aulas e horários impressos em uma tabelinha tosca.

Por que estou dizendo isso? Porque nem eu entendi a razão de eu ter ficado tão espantada. Hoje não há nada que gere menos credibilidade em qualquer tipo de empresa do que a ausência de um site ou um site mal feito (pior que isso só quando o email é nome.da.empresa@hotmail.com). Pode reparar: quando você procura algum serviço pelo Google, abre uns 4 ou 5 sites e geralmente opta pelas empresas que tem o site mais bonito ou mais funcional, como se isso fosse sinônimo da empresa ser melhor. Se realmente era a melhor ou não, whatever, porque você já clicou no X dos sites feios e jamais saberá.



E é fácil fazer um site bonito e funcional? “É sim, você passa lá pra agência digital e eles criam tudo”. Fuén, muito errada essa respostas. Fazer um site é muito complexo. Eu trabalho no marketing de uma empresa e acabo de reformar todo o site principal pela 3ª vez em 5 anos (aliás, aproveite para ver a minha última versão e assistir ao lindo vídeo do banner principal =) E em todos os projetos que participei, foi muito difícil criar o site ideal. E vai por mim: TEM que ser ideal, tem que ser diferente dos seus concorrentes, tem que ser funcional, tem que ser legal, atrativo, útil e responder as dúvidas básicas do seu futuro cliente. É só pensar em quantas vezes você já escolheu um fornecedor pelo Google. Isso acontece com sua empresa também.

Enfim, para chegar ao ponto do post (finalmente hein), segue algumas dicas importantes para você, profissional de marketing, que vez ou outra participa da criação do site da empresa que trabalha:

-É complexo, mas não demore para concluir o projeto do site novo, porque ele vai durar em média uns 2 anos só. Se você enrola muito para decidir as coisas, muda a arte mil vezes antes de aprovar, contrata fornecedores que não cumprem prazos, vai correr o risco de, logo que o site for lançado, pensar que já tem muita coisa nova que você queria incluir e que não dá mais tempo. Portanto, seja ágil.

-Seja designer ou agência que vai desenvolver a arte, certifique-se de que possuem noção de programação. Dificilmente a agência/designer fará a arte E a programação. Mas eu já sofri na mão de fornecedores que fizeram uma arte linda, porém, quando o site foi para programação, precisou ser devolvido porque estava com tamanhos errados, itens não-programáveis, etc.

-Ao escolher quem vai programar, escolha uma agência-web ou o programador que não seja muito resistente. Na maioria das vezes, eles preferem projetos mais fáceis e que não fuja do padrão: banner rotativo na home, menu Quem Somos, Produtos, FAQ e Fale Conosco (so last summer, no caso). Quando você aparece com um site super moderno e cheio de detalhes que deixam ele mais legal, chove de reclamação de que isso ou aquilo não dá para fazer. Na maioria das vezes, dá pra fazer, mas dá trabalho. Ajuste isso antes de fechar o projeto.

-Não terceirize 100% a estrutura do seu site. Reúna-se com a agência/designer que vai fazê-lo e discutam juntos, peça sugestões. Mas raciocine antes sozinho, porque só você sabe exatamente quem é o seu futuro cliente. A agência/designer vai dizer que vai estudar sua empresa antes, mas é mentira, não vai! No máximo vai te dar um formulário para você responder. Raciocine mais e aproveite do fornecedor no que ele tem de melhor: criatividade. Ah! E se possível, não terceirize o conteúdo do seu site, crie os textos sozinho.

-Por último, faça várias reuniões com todos os fornecedores juntos e gerencie o projeto do início ao fim, mediando os contatos e participando de toda e qualquer decisão.

Participar do projeto de site da empresa é muito gratificante. Saber que o conceito que as pessoas têm da sua empresa veio de algo que você criou é enriquecedor.


E viu: dá para emagrecer fazendo sites? É claro que não! O título foi só para chamar sua atenção para o post! Sou dessas, beijos.

.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Sobre Marketing & Relacionamentos

É ano novo e eu deveria escrever algo sobre o milagre da renovação profissional e sobre como todo mundo deseja um mundo melhor e mais otimista para 2014. Mas a verdade é que qualquer check-list que se preze tem MAIS DINHEIRO e MAIS AMOR estampado já nos primeiros tópicos. Por isso vou resumir meu post a esses itens.



Para ganhar mais dinheiro em 2014, faça marketing sem precisar da grana. Terceirize menos e seja mais Hands On. Pare de pagar para os outros o que você faria mais rápido e melhor. Aquela máxima de que quem faz tudo não faz nada direito está errada. Você é jovem, é inteligente, vive no século XXI e tem um smartphone: é óbvio que consegue fazer várias coisas ao mesmo tempo. Foque em umas 4 coisas e dobre sua capacidade de execução. Raciocine mais, encontre soluções sozinho. Você vai viver um pouco mais pilhado que o normal, mas vai adquirir experiência e vai ser reconhecido. Dinheiro vira consequência.

Para se relacionar melhor com alguém em 2014, faça marketing sem precisar desse alguém. Cuide de você primeiro, preze o trabalho que realiza, ame aquilo que você se propôs a fazer, faça tudo por inteiro, com esmero e seja rápido nas decisões. A grama do vizinho sempre vai parecer mais verde que a sua, portanto pare de espiar, fuçar, buscar, curtir, compartilhar, admirar sem medida e sofrer por tudo que você acha que é melhor que você. Em 2014, se ache mais! Amor vira consequência.

Para fazer um marketing melhor em 2014, ganhe dinheiro fazendo o que gosta e abra seu coração para aquilo que te faz bem.


Muito dinheiro e amor para você em 2014. E Marketing de qualidade.  

.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Marketing x RH

Organizar um evento gasta tempo, dinheiro e é uma ótima oportunidade para testar o senso de urgência e a paciência de quem organiza. Engana-se quem acha que organizar uma convenção para os colaboradores de uma empresa é tarefa exclusiva do departamento de RH. Os funcionários são os primeiros clientes de uma companhia. Portanto, gerar conteúdo para esse pessoal deve ser responsabilidade primeira do Marketing. Para ser eficiente e obter sucesso em uma convenção, segue algumas dicas preciosas que certamente ajudarão a fazer mais (conteúdo, interatividade) com menos (tempo, dinheiro):

-Divida a organização em dois grupos: o do conteúdo e o da estrutura. Fica praticamente impossível ser eficiente nos dois quesitos quando uma pessoa trabalha nas duas frentes aos mesmo tempo.

-Gaste metade do tempo organizando e a outra metade executando. Não pense que fazer planilhas de custos, cronograma do evento, documentos importantes, entre outros detalhes, é perda de tempo. Você com certeza vai ganhar muito lá na frente planejando com cuidado antes de começar a executar as tarefas.

-Busque verba para os custos com seus fornecedores. Faça um documento e crie cotas de patrocínio. Caso seja a primeira convenção que a empresa está realizando, você deve dobrar os argumentos para poder convencer o pessoal a investir no seu evento (já que não terá disponível os dados provando o sucesso da convenção passada). Nessas cotas, é possível oferecer a possibilidade do fornecedor ter:
-logomarca em todos os materiais do evento (camiseta, banner, apresentações).
-espaço no cronograma do evento de X tempo para expor um produto/serviço.
-distribuição de brindes ou premiações durante o evento.
E até mesmo ações que não estão relacionadas a convenção:
-assinar a news enviada mensalmente para sua base de X clientes cadastrados.
-enviar X news exclusiva do fornecedor para sua base de X clientes cadastrados.
-banner no site ou blog da sua empresa por X meses.
-entre outras ações.

-Seja extremamente criativo ao pensar no conteúdo da convenção. Intercale palestras com dinâmicas durante todo o evento. Faça o povo dançar, brincar de mímica, jogar vídeo-game, sair na rua vendendo alguma coisa, enfim, invente atrações para descontrair. Mas tente sempre relacionar as atividades ao conteúdo da palestra.

-Para gerar comprometimento, divida equipes e invente disputas. Se possível, ofereça premiação em troca.

-Para preencher períodos livres, crie entretenimento sem conteúdo relevante para a convenção em si. Vai servir para relaxar e deixar a equipe disposta para o outro dia de atividade intensa. Pode ser churrasco, futebol, cinema, happy hour, etc.

Em suma: criatividade é chave para uma convenção bem feita. Porém, o sucesso só é conquistado quando a criatividade vem acompanhada de muita organização, senso de urgência, paciência e grana.



quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Controlar uma ação promocional não é difícil

Planejar ações promocionais não é uma tarefa complicada. Para cada mídia que a empresa decide anunciar pela primeira vez, existe milhares de outras que já anunciaram antes. Então, para ter uma idéia se vai funcionar ou não, é preciso que a empresa busque outras do mesmo segmento que obtiveram sucesso. Além disso, a empresa deve estudar os cases bem sucedidos, independente do segmento, e qual a maneira mais eficiente para usufruir de determinada mídia. Mesmo pesquisando antes, a ação pode não dar certo. Por isso, o grande segredo – e também a grande dificuldade das empresas – está no terceiro momento: o retorno da ação (primeiro: o planejamento; segundo: a ação). Quantas pessoas viram a propaganda? Quantas entraram em contato com a empresa? Quantas compraram? Somente com dados concretos e objetivos, o Marketing pode ter certeza sobre o que funciona ou não para a empresa e onde deve investir nas próximas ações promocionais.

A ausência de um sistema de gerenciamento de informação dificulta o controle dos retornos de uma determinada campanha. Porém, mesmo exigindo mais esforço e um nível de organização elevado, o Marketing tem condições de criar formas alternativas que funcionem, seja por planilhas, Outlook, Google Docs, entre outras ferramentas. Por exemplo: a empresa escolhe três revistas para anunciar seu produto. Além disso, faz uma campanha de e-mail marketing e coloca o produto para vender no Mercado Livre e em outro site de e-commerce. Tudo simultaneamente. Como controlar da onde vem os retornos? E mais, como aproveitar com eficiência cada contato receptivo? Parece um processo simples, mas a verdade é que há empresas que não priorizam isso e pecam no controle das suas ações.

O primeiro passo é treinar a equipe de vendas que vai atender o público. Cabe ao Marketing a preocupação e a tarefa de preparar um material e explicar para toda equipe cada campanha em detalhes: público, praça e preços promocionais de cada ação. O segundo é instruir a equipe sobre a importância de investigar com o cliente como ele soube da empresa, já que clientes tendem a responder de forma genérica (se ele disser, por exemplo, “Internet”. O que ele viu, o e-mail-marketing? Ou o anúncio no e-commerce?). O terceiro passo é criar a rotina de controle. Pode ser, por exemplo, uma planilha do Excel bem formatada, para que a equipe complete com as informações sempre que receber retorno de determinada campanha. Essa planilha tem que ser acompanhada pelo Marketing de forma que o departamento esteja ciente de como está o andamento da campanha e, com isso, possa instruir a equipe durante todo o processo. Por último, ao final de cada ação, o Marketing precisa medir os resultados. Depois de analisar as informações de retornos e vendas concretizadas, deve criar gráficos comparativos para que fique claro visualizar o que deu certo e o que não deu. Somente dessa forma, a empresa vai conseguir identificar os erros e repetir o sucesso nas próximas ações.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Marketing x Departamento Comercial

A tradução literal da palavra Marketing está diretamente relacionada com compra e venda de produtos (MARKET = Mercado). Portanto, parece redundante dizer que há empresas que utilizam o Marketing a favor do Departamento Comercial. Tudo bem que isso parece óbvio, já que o objetivo final dos dois Dep. é o mesmo: fazer com que a empresa venda mais. Mas algumas empresas transformam o Marketing em uma extensão do Comercial, favorecendo a relação da equipe de vendas com o potencial cliente e as ações a curto prazo que resultam em vendas efetivas.

É como se o mercado fosse um campo de guerra. De um lado, os clientes (os alvos) e toda sua resistência mediante a oportunidade de comprar o produto da empresa. De outro lado, a equipe comercial (os membros do batalhão) dispostos a ganhar a luta. O braço esquerdo do batalhão é o Dep. Adm. de Vendas (ou algo semelhante), que monitora a guerra, atuando com a inteligência, estatísticas, cobranças e análises. Ao Marketing, cabe o papel de braço direito do Comercial, oferecendo armas e munição para dar todo o suporte à batalha.

O Marketing deve ter sob custódia todos os tipos de armas: ações promocionais (exemplos: anúncios impressos, propagandas na TV, spots de rádio, etc) para estimular o interesse do consumidor, auxiliando indiretamente o trabalho do batalhão em campo; materiais de apoio (ex: folders, Power Points, manuais, etc) para dar suporte à equipe em campo; e, não menos importante, os argumentos de venda, que é quando o Marketing pensa com a cabeça do cliente e molda a equipe comercial para que estejam preparados para as objeções em campo.

Ter o Marketing e o Dep. Comercial sob a mesma gerência é uma excelente estratégia para promover essa fusão na atuação em campo. Para entender as necessidades do cliente, o Marketing precisa atuar como um “anexo” do soldado da guerra. Seja acompanhando visitas, monitorando a central de vendas, interagindo com os clientes ou medindo os impactos de todas as ações promocionais realizadas. Além da pergunta “o que o meu cliente quer?”, o Marketing precisa diariamente questionar : “será que o meu cliente entendeu o que eu disse à ele?”. Assim, a comunicação com o cliente fica sob responsabilidade do Marketing, o que auxilia o Comercial na padronização da sua atuação em campo e na capacitação dos soldados na batalha.

Dessa forma, resta à equipe em campo “apenas” o papel de vender, ou seja, um trabalho árduo, de cobranças e grandes responsabilidades perante à empresa. Quando o comercial atua com seus dois braços, as vendas tornam-se maiores e mais certeiras.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Inventaram a roda!

Lanche do Bobs por R$ 5. Sanduíche de Pernil mais famoso da cidade por R$ 3. Quatro chopp + porção de batata no bar da moda por R$ 10.

Partindo do princípio que brasileiro adora promoção – e mais: tem verdadeira paixão por cartão de crédito – os sites de compra coletiva estão se ploriferando como uma espécie de vírus do consumismo e já estão presentes em quase todas as cidades de médio e grande porte do país. Obviamente que a ideia é copia de uma modelo de negócio que começou nos EUA em 2007. Porém, aqui tem funcionado perfeitamente e no último mês devem ter nascido centenas desse sites por dia.

Tenho certeza que um par de empresários com espírito empreendedor pensou: por que não inventei isso antes? A idéia é bem simples: atacado. Vender em maior quantidade por um menor preço. O mecanismo também é relativamente simples: programa um site, faz link com servidores de cartão de crédito e mantém parceria com os estabelecimentos nos mais diversos segmentos. Claro que os donos desses sites precisam ser cautelosos na hora de fazer a coisa toda girar de forma dinâmica. Mas, vamos concordar: é uma forma fácil de ganhar dinheiro.

Os donos desses sites tem praticamente custo zero de manutenção do negócio e lucram de 20 à 50% por produto vendido. Veja o exemplo de um dos sites que anunciou o lanche do Bobs por 5 reais e vendeu 4796 unidades em dois dias! É só fazer as contas. No ponto de vista dos proprietários do site, não há dúvidas quanto a eficiência do negócio. A questão é: vale a pena para as empresas anunciarem em um site desse?

Abaixo alguns pontos que, ao meu ver, devem ser levados em consideração antes da empresa decidir se deve ou não anunciar nos sites de compra coletiva:

Mídia do momento.

Associar a marca da empresa em uma mídia que está em alta é ponto positivo. Correr na frente do concorrente também. É um modelo de negócio recente e inovador. Por isso, fica difícil saber se a febre vai continuar por muito tempo. Se for para tomar a decisão de anunciar, que seja tomada o quanto antes. Deve ter uma fila de empresas querendo ofertar algum produto ou serviço.

Alta demanda. Está preparado?

As chances da empresa obter sucesso na oferta são grandes. O estabelecimento tem que estar preparado para atender a demanda de clientes gerados pelo site da promoção. Estoque alto é premissa básica de quem quer anunciar. Mas os cuidados vão além. Já ouvi reclamações – inclusive, já presenciei – a respeito do péssimo atendimento dispensado à clientes que apresentam o cupom do desconto na compra do produto/serviço. A empresa tem que estar ciente de que há quem vai consumir somente os itens do voucher e nada mais. É uma excelente oportunidade de colocar em prática o marketing de relacionamento, fidelizando o cliente para que ele retorne no local mesmo sem promoção.

Vale a pena o prejuízo?

Como os sites operam com preços realmente abaixo da média, muitas vezes é necessário que a empresa oferte seu produto/serviço por um valor abaixo do custo real, o que demanda prejuízo por cada produto vendido. O interessante é que a maioria desses canais permite que a empresa estabeleça a quantidade mínima e máxima de unidades que deseja vender. Assim, a empresa fica no controle do valor real do prejuízo que vai levar. Em contrapartida, devido ao grande número de e-mails cadastrados (e, bem lembrado, de forma voluntária), o prejuízo pode ser suprido pela enorme quantidade de pessoas que terão acesso à promoção. É como se o valor do prejuízo fosse convertido em investimento em uma propaganda institucional, com visibilidade da marca e do produto.

Quem está vendo?

Apesar disso, é preciso ter cuidado para qual público seu produto será direcionado. O marketing de massa pode ser um fracasso caso o público desses sites não esteja de acordo com o consumidor potencial do seu produto. Aí, de nada vale estar na mídia do momento se os resultados são desfavoráveis ao seu negócio.

Não interessa, o importante é que alguém está vendo!

Para produtos/serviços novos, pode ser uma porta de entrada no mercado. O público não é o ideal. Porém, o prejuízo é calculável e o valor do investimento é bem menor do que outra propaganda convencional. Pensando por esse prisma, para algumas empresas pode ser vantajoso deixar de lado o foco nas vendas e priorizar a divulgação da marca. Mesmo assim, é preciso traçar estratégias, pois o pensamento vai contra o objtivo dos sites, que é: vender mais por menos.

domingo, 19 de dezembro de 2010

Marketing Digital

Nunca o mercado esteve tão cheio de opções e, ao mesmo tempo, nunca o consumidor esteve tão atento na hora de optar por um produto. Difícil pensar hoje em alguma empresa que não tenha concorrente. Diante disso, as corporações buscam alternativas com o objetivo de fortalecer a penetração no mercado e se diferenciar da concorrência.

Inúmeras empresas já adotam o marketing digital para seu crescimento e sustentação diante de um mercado dinâmico e de rápidas mudanças. Estar no mundo digital não se resume a ter um website. Isso, na verdade, tornou-se premissa básica para qualquer empresa, independente do segmento.

A revolução da tecnologia da informação está dando nova forma às empresas que querem encontrar alternativas para se tornar mais competitiva. A internet contribui com as organizações na criação de valor agregado na diferenciação de suas ofertas.

Quando pensamos em Empresa x Internet, logo visualizamos as mídias sociais como melhor opção para estar no mundo digital. Porém, estar bem posicionado nas mídias sociais é um capítulo a parte. Para funcionar, é necessário traçar uma estratégia bem elaborada que visa à sustentação da empresa nessas mídias. Dá trabalho e é constante. Existem outros caminhos menos trabalhosos e que podem funcionar para que uma empresa esteja on-line.

Propaganda rich media: Rich Media é um termo utilizado para descrever propagandas on-line que utilizam de recursos multimídia. Essa tecnologia permite que o internauta seja exposto à propaganda sem sair da página da web que é apresentado o anúncio. Permite, também, que ele assista ao conteúdo do vídeo sem que tenha que esperar pela transferência dele. Existem milhões de sites que disponibilizam espaço para que as empresas anunciem por meio dessa mídia. É ótima para produtos pouco conhecidos e de difícil entendimento, já que tal mídia tem como principal característica proporcionar a interatividade

Indicação de Clientes: A indicação de clientes refere-se a um programa em que websites e lojas virtuais são remuneradas quando um visitante clica no anúncio que remete ao site do visitante. O Google tem um programa de afiliação chamado AdSense, em que proprietários de sites podem aumentar suas receitas ao veicularem anúncios do Google em sua página. Os proprietários são remunerados pelo número de vezes que seus usuários clicarem nesses anúncios. Aproveitando essa oportunidade, as empresas podem utilizar a ferramenta do Google chamada AdWords, em que criam um anúncio e escolhe em quais sites filiados do Google deseja que a propaganda seja veiculada. Dessa forma, pode direcionar o anúncio para sites que combinem com as características e o interesse do produto. Outra vantagem de optar por essa forma de anúncio na web está no baixo custo, pois a empresa paga somente quando o usuário clica em seu anúncio e é direcionado ao site do produto, e não por impressões.

Lojas.com: Com o avanço da Internet, as compras virtuais têm apresentado perspectivas animadoras, mostrando um perfil maduro e profissional, visto que a prática de realizar transações comerciais pela internet tem sido cada vez mais utilizada. Analisando por esse prisma, as empresa estão optando por inserir seus produtos em toda a rede de varejo virtual como americanas.com, shoptime.com, polishop.com, entre outros. O interessado pode encontrar o produto anunciado quando navegar pelas categorias do site, visualizar as descrições e fotos e adicioná-lo a um carrinho de compras. Além disso, o cliente pode escolher a forma e a condição de pagamento e ter a garantia de entrega no local informado, por meio de um sistema de acompanhamento do pedido e entrega de produtos. Outra vantagem está no funcionamento 24 horas por dia das lojas virtuais. Não importa os horários, dias de feriado ou fim de semana, o consumidor não deixa de fazer negócios e as empresas oferecem comodidade para seus clientes, e estes podem fazer seus pedidos on-line quando desejar.

Links patrocinados: A busca patrocinada consiste em pagar a um site de busca para que o anúncio da empresa (em forma de link para o site) anunciante seja apresentado no início na lista de links, resultantes de busca por palavra-chave, realizada pelos internautas. Dessa forma, sempre que alguém digitar uma palavra relacionada ao conteúdo do site da empresa, o link para o site aparece em um lugar de destaque na página de resultados, permitindo expor uma mensagem dirigida ao público alvo. O custo desse tipo de campanha é relativamente baixo, pois a empresa só paga por clique em seu anúncio e não por impressões.

E-mail Marketing: O envio de mala direta é prática simples, porém é uma estratégia que requer cuidados na hora de medir os resultados. Envio de e-mail marketing refere-se a um conjunto de ferramentas de marketing que visa criar um relacionamento direto entre a empresa e seus clientes, utilizando-se de banco de dados com informações detalhadas sobre os clientes. Para promover um produto por esse meio, a empresa precisa adquirir bancos de dados com características correspondentes às do produto. O mailing é fornecido por empresas que gerenciam cadastros de organizações. As mensagens enviadas aos potenciais clientes podem variar entre promoções de venda, informações sobre o produto e exposição de cases de sucesso.