segunda-feira, 10 de março de 2014
Marketing & Dia da Mulher
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
Curso sobre Marketing e Empreendedorismo com os autores do Caderno de Marketing
Pessoal, é com muito orgulho que trago para vocês o primeiro curso promovido por esse Blog que vos fala há mais de 3 anos! Eu e Loraine Santos vamos dar algumas aulas e tem também muita gente interessante participando.
Serão 30 horas de curso + exercícios - que podem ser feitos presencialmente, em Londrina-PR ou ao vivo, via internet. Dêem uma olhada nas datas e temas abaixo:
24/03 | Loraine Santos - Planejamento estratégico e ferramentas de marketing
07/04 | Pedro Conte - Canvas - Criando novos modelos de negócio
28/04 | Angelo Jardinette - Vendas - Escolhendo as guerras certas para lutar
12/05 | Mariana Matias - Redes sociais - Estratégias para captar, manter e surpreender clientes
26/05 | Leo Moura e Daniel Trindade - Branding - Gestão de marcas para pequenas empresas
09/06 | Eder Manchebo - Deixe o Excel trabalhar por você
23/06 | Moacir Vieira - Impostos, financiamentos e controle financeiro da sua empresa
07/07 | Flavio Tavares - Como criar valor para (e através da) sua equipe de vendas
21/07 | Gustavo Villa - Usando Google como parceiro do meu negócio
04/08 | Pedro Conte - Design Thinking - Ferramenta para inovar
Se o conteúdo interessar, é só clicar aqui e fazer sua inscrição.
Tenho certeza de que vocês irão curtir (e muito)!
Um abraço e #vai2014!
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Think outside the box
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Liderança Sustentável: por onde eu começo?
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
E dá para emagrecer fazendo sites?
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
Sobre Marketing & Relacionamentos
segunda-feira, 14 de março de 2011
Marketing x RH
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Controlar uma ação promocional não é difícil
Planejar ações promocionais não é uma tarefa complicada. Para cada mídia que a empresa decide anunciar pela primeira vez, existe milhares de outras que já anunciaram antes. Então, para ter uma idéia se vai funcionar ou não, é preciso que a empresa busque outras do mesmo segmento que obtiveram sucesso. Além disso, a empresa deve estudar os cases bem sucedidos, independente do segmento, e qual a maneira mais eficiente para usufruir de determinada mídia. Mesmo pesquisando antes, a ação pode não dar certo. Por isso, o grande segredo – e também a grande dificuldade das empresas – está no terceiro momento: o retorno da ação (primeiro: o planejamento; segundo: a ação). Quantas pessoas viram a propaganda? Quantas entraram em contato com a empresa? Quantas compraram? Somente com dados concretos e objetivos, o Marketing pode ter certeza sobre o que funciona ou não para a empresa e onde deve investir nas próximas ações promocionais.
A ausência de um sistema de gerenciamento de informação dificulta o controle dos retornos de uma determinada campanha. Porém, mesmo exigindo mais esforço e um nível de organização elevado, o Marketing tem condições de criar formas alternativas que funcionem, seja por planilhas, Outlook, Google Docs, entre outras ferramentas. Por exemplo: a empresa escolhe três revistas para anunciar seu produto. Além disso, faz uma campanha de e-mail marketing e coloca o produto para vender no Mercado Livre e em outro site de e-commerce. Tudo simultaneamente. Como controlar da onde vem os retornos? E mais, como aproveitar com eficiência cada contato receptivo? Parece um processo simples, mas a verdade é que há empresas que não priorizam isso e pecam no controle das suas ações.
O primeiro passo é treinar a equipe de vendas que vai atender o público. Cabe ao Marketing a preocupação e a tarefa de preparar um material e explicar para toda equipe cada campanha em detalhes: público, praça e preços promocionais de cada ação. O segundo é instruir a equipe sobre a importância de investigar com o cliente como ele soube da empresa, já que clientes tendem a responder de forma genérica (se ele disser, por exemplo, “Internet”. O que ele viu, o e-mail-marketing? Ou o anúncio no e-commerce?). O terceiro passo é criar a rotina de controle. Pode ser, por exemplo, uma planilha do Excel bem formatada, para que a equipe complete com as informações sempre que receber retorno de determinada campanha. Essa planilha tem que ser acompanhada pelo Marketing de forma que o departamento esteja ciente de como está o andamento da campanha e, com isso, possa instruir a equipe durante todo o processo. Por último, ao final de cada ação, o Marketing precisa medir os resultados. Depois de analisar as informações de retornos e vendas concretizadas, deve criar gráficos comparativos para que fique claro visualizar o que deu certo e o que não deu. Somente dessa forma, a empresa vai conseguir identificar os erros e repetir o sucesso nas próximas ações.
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Marketing x Departamento Comercial
A tradução literal da palavra Marketing está diretamente relacionada com compra e venda de produtos (MARKET = Mercado). Portanto, parece redundante dizer que há empresas que utilizam o Marketing a favor do Departamento Comercial. Tudo bem que isso parece óbvio, já que o objetivo final dos dois Dep. é o mesmo: fazer com que a empresa venda mais. Mas algumas empresas transformam o Marketing em uma extensão do Comercial, favorecendo a relação da equipe de vendas com o potencial cliente e as ações a curto prazo que resultam em vendas efetivas.
É como se o mercado fosse um campo de guerra. De um lado, os clientes (os alvos) e toda sua resistência mediante a oportunidade de comprar o produto da empresa. De outro lado, a equipe comercial (os membros do batalhão) dispostos a ganhar a luta. O braço esquerdo do batalhão é o Dep. Adm. de Vendas (ou algo semelhante), que monitora a guerra, atuando com a inteligência, estatísticas, cobranças e análises. Ao Marketing, cabe o papel de braço direito do Comercial, oferecendo armas e munição para dar todo o suporte à batalha.
O Marketing deve ter sob custódia todos os tipos de armas: ações promocionais (exemplos: anúncios impressos, propagandas na TV, spots de rádio, etc) para estimular o interesse do consumidor, auxiliando indiretamente o trabalho do batalhão em campo; materiais de apoio (ex: folders, Power Points, manuais, etc) para dar suporte à equipe em campo; e, não menos importante, os argumentos de venda, que é quando o Marketing pensa com a cabeça do cliente e molda a equipe comercial para que estejam preparados para as objeções em campo.
Ter o Marketing e o Dep. Comercial sob a mesma gerência é uma excelente estratégia para promover essa fusão na atuação em campo. Para entender as necessidades do cliente, o Marketing precisa atuar como um “anexo” do soldado da guerra. Seja acompanhando visitas, monitorando a central de vendas, interagindo com os clientes ou medindo os impactos de todas as ações promocionais realizadas. Além da pergunta “o que o meu cliente quer?”, o Marketing precisa diariamente questionar : “será que o meu cliente entendeu o que eu disse à ele?”. Assim, a comunicação com o cliente fica sob responsabilidade do Marketing, o que auxilia o Comercial na padronização da sua atuação em campo e na capacitação dos soldados na batalha.
Dessa forma, resta à equipe em campo “apenas” o papel de vender, ou seja, um trabalho árduo, de cobranças e grandes responsabilidades perante à empresa. Quando o comercial atua com seus dois braços, as vendas tornam-se maiores e mais certeiras.
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Inventaram a roda!
Lanche do Bobs por R$ 5. Sanduíche de Pernil mais famoso da cidade por R$ 3. Quatro chopp + porção de batata no bar da moda por R$ 10.
Partindo do princípio que brasileiro adora promoção – e mais: tem verdadeira paixão por cartão de crédito – os sites de compra coletiva estão se ploriferando como uma espécie de vírus do consumismo e já estão presentes em quase todas as cidades de médio e grande porte do país. Obviamente que a ideia é copia de uma modelo de negócio que começou nos EUA em 2007. Porém, aqui tem funcionado perfeitamente e no último mês devem ter nascido centenas desse sites por dia.
Tenho certeza que um par de empresários com espírito empreendedor pensou: por que não inventei isso antes? A idéia é bem simples: atacado. Vender em maior quantidade por um menor preço. O mecanismo também é relativamente simples: programa um site, faz link com servidores de cartão de crédito e mantém parceria com os estabelecimentos nos mais diversos segmentos. Claro que os donos desses sites precisam ser cautelosos na hora de fazer a coisa toda girar de forma dinâmica. Mas, vamos concordar: é uma forma fácil de ganhar dinheiro.
Os donos desses sites tem praticamente custo zero de manutenção do negócio e lucram de 20 à 50% por produto vendido. Veja o exemplo de um dos sites que anunciou o lanche do Bobs por 5 reais e vendeu 4796 unidades em dois dias! É só fazer as contas. No ponto de vista dos proprietários do site, não há dúvidas quanto a eficiência do negócio. A questão é: vale a pena para as empresas anunciarem em um site desse?
Abaixo alguns pontos que, ao meu ver, devem ser levados em consideração antes da empresa decidir se deve ou não anunciar nos sites de compra coletiva:
Associar a marca da empresa em uma mídia que está em alta é ponto positivo. Correr na frente do concorrente também. É um modelo de negócio recente e inovador. Por isso, fica difícil saber se a febre vai continuar por muito tempo. Se for para tomar a decisão de anunciar, que seja tomada o quanto antes. Deve ter uma fila de empresas querendo ofertar algum produto ou serviço.
As chances da empresa obter sucesso na oferta são grandes. O estabelecimento tem que estar preparado para atender a demanda de clientes gerados pelo site da promoção. Estoque alto é premissa básica de quem quer anunciar. Mas os cuidados vão além. Já ouvi reclamações – inclusive, já presenciei – a respeito do péssimo atendimento dispensado à clientes que apresentam o cupom do desconto na compra do produto/serviço. A empresa tem que estar ciente de que há quem vai consumir somente os itens do voucher e nada mais. É uma excelente oportunidade de colocar em prática o marketing de relacionamento, fidelizando o cliente para que ele retorne no local mesmo sem promoção.
Como os sites operam com preços realmente abaixo da média, muitas vezes é necessário que a empresa oferte seu produto/serviço por um valor abaixo do custo real, o que demanda prejuízo por cada produto vendido. O interessante é que a maioria desses canais permite que a empresa estabeleça a quantidade mínima e máxima de unidades que deseja vender. Assim, a empresa fica no controle do valor real do prejuízo que vai levar. Em contrapartida, devido ao grande número de e-mails cadastrados (e, bem lembrado, de forma voluntária), o prejuízo pode ser suprido pela enorme quantidade de pessoas que terão acesso à promoção. É como se o valor do prejuízo fosse convertido em investimento em uma propaganda institucional, com visibilidade da marca e do produto.
Quem está vendo?
Apesar disso, é preciso ter cuidado para qual público seu produto será direcionado. O marketing de massa pode ser um fracasso caso o público desses sites não esteja de acordo com o consumidor potencial do seu produto. Aí, de nada vale estar na mídia do momento se os resultados são desfavoráveis ao seu negócio.
Não interessa, o importante é que alguém está vendo!
Para produtos/serviços novos, pode ser uma porta de entrada no mercado. O público não é o ideal. Porém, o prejuízo é calculável e o valor do investimento é bem menor do que outra propaganda convencional. Pensando por esse prisma, para algumas empresas pode ser vantajoso deixar de lado o foco nas vendas e priorizar a divulgação da marca. Mesmo assim, é preciso traçar estratégias, pois o pensamento vai contra o objtivo dos sites, que é: vender mais por menos.
domingo, 19 de dezembro de 2010
Marketing Digital
Nunca o mercado esteve tão cheio de opções e, ao mesmo tempo, nunca o consumidor esteve tão atento na hora de optar por um produto. Difícil pensar hoje em alguma empresa que não tenha concorrente. Diante disso, as corporações buscam alternativas com o objetivo de fortalecer a penetração no mercado e se diferenciar da concorrência.
Inúmeras empresas já adotam o marketing digital para seu crescimento e sustentação diante de um mercado dinâmico e de rápidas mudanças. Estar no mundo digital não se resume a ter um website. Isso, na verdade, tornou-se premissa básica para qualquer empresa, independente do segmento.
A revolução da tecnologia da informação está dando nova forma às empresas que querem encontrar alternativas para se tornar mais competitiva. A internet contribui com as organizações na criação de valor agregado na diferenciação de suas ofertas.
Quando pensamos em Empresa x Internet, logo visualizamos as mídias sociais como melhor opção para estar no mundo digital. Porém, estar bem posicionado nas mídias sociais é um capítulo a parte. Para funcionar, é necessário traçar uma estratégia bem elaborada que visa à sustentação da empresa nessas mídias. Dá trabalho e é constante. Existem outros caminhos menos trabalhosos e que podem funcionar para que uma empresa esteja on-line.
Propaganda rich media: Rich Media é um termo utilizado para descrever propagandas on-line que utilizam de recursos multimídia. Essa tecnologia permite que o internauta seja exposto à propaganda sem sair da página da web que é apresentado o anúncio. Permite, também, que ele assista ao conteúdo do vídeo sem que tenha que esperar pela transferência dele. Existem milhões de sites que disponibilizam espaço para que as empresas anunciem por meio dessa mídia. É ótima para produtos pouco conhecidos e de difícil entendimento, já que tal mídia tem como principal característica proporcionar a interatividade
Indicação de Clientes: A indicação de clientes refere-se a um programa em que websites e lojas virtuais são remuneradas quando um visitante clica no anúncio que remete ao site do visitante. O Google tem um programa de afiliação chamado AdSense, em que proprietários de sites podem aumentar suas receitas ao veicularem anúncios do Google em sua página. Os proprietários são remunerados pelo número de vezes que seus usuários clicarem nesses anúncios. Aproveitando essa oportunidade, as empresas podem utilizar a ferramenta do Google chamada AdWords, em que criam um anúncio e escolhe em quais sites filiados do Google deseja que a propaganda seja veiculada. Dessa forma, pode direcionar o anúncio para sites que combinem com as características e o interesse do produto. Outra vantagem de optar por essa forma de anúncio na web está no baixo custo, pois a empresa paga somente quando o usuário clica em seu anúncio e é direcionado ao site do produto, e não por impressões.
Lojas.com: Com o avanço da Internet, as compras virtuais têm apresentado perspectivas animadoras, mostrando um perfil maduro e profissional, visto que a prática de realizar transações comerciais pela internet tem sido cada vez mais utilizada. Analisando por esse prisma, as empresa estão optando por inserir seus produtos em toda a rede de varejo virtual como americanas.com, shoptime.com, polishop.com, entre outros. O interessado pode encontrar o produto anunciado quando navegar pelas categorias do site, visualizar as descrições e fotos e adicioná-lo a um carrinho de compras. Além disso, o cliente pode escolher a forma e a condição de pagamento e ter a garantia de entrega no local informado, por meio de um sistema de acompanhamento do pedido e entrega de produtos. Outra vantagem está no funcionamento 24 horas por dia das lojas virtuais. Não importa os horários, dias de feriado ou fim de semana, o consumidor não deixa de fazer negócios e as empresas oferecem comodidade para seus clientes, e estes podem fazer seus pedidos on-line quando desejar.
Links patrocinados: A busca patrocinada consiste em pagar a um site de busca para que o anúncio da empresa (em forma de link para o site) anunciante seja apresentado no início na lista de links, resultantes de busca por palavra-chave, realizada pelos internautas. Dessa forma, sempre que alguém digitar uma palavra relacionada ao conteúdo do site da empresa, o link para o site aparece em um lugar de destaque na página de resultados, permitindo expor uma mensagem dirigida ao público alvo. O custo desse tipo de campanha é relativamente baixo, pois a empresa só paga por clique em seu anúncio e não por impressões.
E-mail Marketing: O envio de mala direta é prática simples, porém é uma estratégia que requer cuidados na hora de medir os resultados. Envio de e-mail marketing refere-se a um conjunto de ferramentas de marketing que visa criar um relacionamento direto entre a empresa e seus clientes, utilizando-se de banco de dados com informações detalhadas sobre os clientes. Para promover um produto por esse meio, a empresa precisa adquirir bancos de dados com características correspondentes às do produto. O mailing é fornecido por empresas que gerenciam cadastros de organizações. As mensagens enviadas aos potenciais clientes podem variar entre promoções de venda, informações sobre o produto e exposição de cases de sucesso.






